A empresa depende demasiado de mim. Como mudo isso?

    Tirando o processo da cabeça das pessoas e pondo-o num sistema: fases com dono e prazo, regras para as decisões que hoje só passam por si, e um quadro onde a equipa vê em que ponto está cada trabalho sem lhe perguntar.

    Por João Maia e Moura, fundador da Clarafy·Atualizado a

    Porque é que isto acontece?

    Quase sempre porque a empresa correu bem. Cresceu em clientes e em pessoas, e o processo que servia para cinco continuou igual com vinte. O que a empresa sabe fazer ficou na cabeça do dono e de mais uma ou duas pessoas, e por isso ninguém decide sem perguntar.

    O resultado não é caos, é um teto: o número de clientes que a empresa consegue ter ao mesmo tempo sem que a qualidade dependa de quem está a olhar.

    Como se tira o dono do meio?

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      Dar um nome a cada fase

      Quando uma fase não tem dono, o dono é o dono da empresa, por defeito, sem nunca o ter decidido.

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      Escrever as regras de decisão

      Quem decide o quê, até que limite e em quanto tempo. É preferível que alguém da equipa acerte 70% das vezes do que o dono acertar 100%, porque o custo de tudo passar por ele é maior.

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      Pôr todos os trabalhos num quadro só

      Visto por todos, com o estado de cada trabalho. Cada departamento vê o pipeline inteiro, não só a sua parte.

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      Medir as esperas, não as tarefas

      Medir tarefas mostra pessoas ocupadas e leva a contratar. Medir quanto tempo o trabalho fica parado mostra onde está o dinheiro.

    Como saber se está a resultar?

    Pela métrica mais simples de todas: quantos trabalhos arrancam e fecham sem o dono tocar neles. Se esse número sobe, a empresa está a ganhar autonomia.

    Onde entra a Clarafy

    Fazemos o diagnóstico da operação, gratuito e com 30 a 45 minutos, e implementamos o sistema onde estas regras passam a viver, com preço fechado por fase, apresentado na proposta.

    Perguntas frequentes

    Não tenho tempo para um projeto destes agora.

    É a razão mais comum e é também o sintoma. O diagnóstico ocupa menos de uma hora, e a primeira fase é desenhada para libertar tempo ao dono, não para lhe consumir mais.

    Preciso de contratar um diretor de operações?

    Nem sempre. Muitas vezes o que falta não são pessoas, são menos perguntas a chegar ao dono. Fases com dono e regras de decisão resolvem boa parte antes de qualquer contratação.

    Isto serve para empresas de que tamanho?

    Para micro e pequenas empresas, tipicamente entre 5 e 50 pessoas, onde a gestão ainda vive em Excel, email e WhatsApp.

    Uma hora para saber onde está o gargalo.

    Entre 30 e 45 minutos com quem depois faz o trabalho. Sai da conversa com o problema nomeado e com uma direção, decida o que decidir a seguir.

    Gratuito, sem compromisso. Ou faça primeiro o diagnóstico online, em seis perguntas.