Como organizar as encomendas numa empresa de pedra natural e arte funerária?
Com um catálogo dos produtos que se repetem, um pedido que já entra completo (material, medidas, gravação) e uma prova para o cliente aprovar antes de a peça ir para produção. A maior parte do tempo perdido neste setor não está na oficina: está nas idas e vindas por telefone e email até o pedido ficar certo.
Por João Maia e Moura, fundador da Clarafy·Atualizado a
- Diagnóstico
- Gratuito, 30 a 45 min
- Preço
- Fechado por fase
- Primeira fase
- No ar em poucas semanas
- Licenças
- Nenhuma por utilizador
Onde é que uma empresa de pedra perde tempo e margem?
- Pedidos a entrar por telefone, email e balcão, cada um com informação diferente e nenhum registo que fique
- Orçamentos feitos de raiz para peças que são quase sempre as mesmas, com variações de material, medida e acabamento
- Provas de gravação a andar para trás e para a frente até o texto e a disposição ficarem certos
- Produção a arrancar com um dado em falta, e a parar a meio para perguntar
- Colocação em cemitério ou entrega de peça pesada marcada de cabeça, com transportadora e família à espera
- No funerário, o cliente é obrigado a telefonar num momento difícil, e muitos não telefonam
O que o sistema tem de responder
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Um catálogo com o que se repete
Campas, lápides, jarras, tampos, peças decorativas e de construção, cada uma com as opções de material, medida e acabamento. O orçamento sai do catálogo, não de uma folha em branco.
- 02
Um pedido que entra completo
Seja feito pelo cliente online ou pela equipa ao telefone, o pedido só avança quando tem tudo o que a oficina precisa: material, medidas, gravação, prazo pretendido e sítio de entrega ou colocação.
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Prova antes da produção
O cliente vê a gravação e a peça como vão ficar e aprova por escrito. A produção só arranca depois disso, e a aprovação fica guardada no pedido.
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Da produção à colocação
Cada encomenda com as suas fases, responsável e prazo: produção, acabamento, transporte, colocação ou entrega, pagamento. Tarefas criadas sozinhas ao mudar de fase.
E a loja online, faz sentido?
Faz sentido para os produtos standard, que são a maioria dos pedidos: o cliente escolhe a peça, personaliza a gravação, vê a prova e encomenda sem ter de telefonar. As peças por medida continuam a passar pela equipa, mas entram no mesmo sistema e seguem as mesmas fases. O que não faz sentido é uma loja desligada da oficina, onde o pedido entra num sítio e a produção é gerida noutro.
Como a Clarafy trabalha com empresas de pedra
Pedra e funerário é um dos setores onde a Clarafy já trabalhou. Começa-se pelo diagnóstico, gratuito e com 30 a 45 minutos, em que se segue uma encomenda do primeiro contacto à colocação e se encontra onde ela pára. O sistema nasce daí e implementa-se por fases, com preço fechado em cada uma, e fica da empresa, sem licenças por utilizador. Há uma demonstração aberta deste tipo de sistema, com marca e dados fictícios: Alvenor.
Perguntas frequentes
A oficina tem de mudar a forma como trabalha?
Não. O sistema segue as fases que a oficina já tem. O que muda é que o pedido chega completo e a prova vem aprovada, por isso a oficina deixa de parar para perguntar.
O cliente consegue encomendar sem telefonar?
Sim, para os produtos do catálogo. Escolhe, personaliza, aprova a prova e encomenda. As peças por medida continuam a passar pela equipa.
Liga à faturação certificada?
Depende do programa de faturação. A ligação só se garante depois de validar a API, e isso decide-se no diagnóstico e na proposta.
Serve para uma empresa pequena?
Serve a partir de 5 pessoas, quando os pedidos vivem no telefone, no email e numa folha, e tudo passa pelo dono.