Vale a pena um CRM à medida numa pequena empresa?

    Vale quando o processo comercial da empresa não cabe num CRM de prateleira sem a obrigar a mudar a forma como vende. Numa PME de 5 a 50 pessoas, um CRM à medida feito pela Clarafy é implementado por fases, com preço fechado em cada uma, e fica da empresa, sem licenças por utilizador.

    Por João Maia e Moura, fundador da Clarafy·Atualizado a

    Diagnóstico
    Gratuito, 30 a 45 min
    Preço
    Fechado por fase
    Primeira fase
    No ar em poucas semanas
    Licenças
    Nenhuma por utilizador

    CRM à medida ou CRM de prateleira?

    Um CRM de prateleira (Pipedrive, HubSpot, Zoho e semelhantes) é a escolha certa quando o processo de venda é simples e a equipa se adapta à ferramenta. É mais barato à entrada e configura-se depressa.

    Um CRM à medida compensa quando o negócio tem passos que as ferramentas genéricas não preveem: orçamentos com várias versões, visitas, aprovações do cliente, obras ou encomendas que continuam depois da venda. É nesses casos que a equipa volta ao Excel e ao WhatsApp passados uns meses, porque o CRM pede mais trabalho do que poupa.

    CRM de prateleiraCRM à medida
    A empresa adapta-se à ferramentaA ferramenta segue o processo da empresa
    Licença mensal por utilizadorSem licenças por utilizador; o sistema fica da empresa
    Arranque rápido, configuração limitadaArranque por fases, a primeira em poucas semanas
    Bom para processos de venda simplesBom quando a venda continua em obra, encomenda ou projeto

    O que deve ter um CRM numa pequena empresa?

    Mais do que funcionalidades, um CRM tem de responder a uma pergunta: em que ponto está cada cliente e quem trata dele. Na prática, isso quer dizer:

    • Um pipeline com as fases do próprio negócio, editáveis pela equipa
    • Tarefas criadas sozinhas quando um cliente muda de fase, cada uma com dono e prazo
    • Ficha de cliente com o histórico todo: contactos, propostas, documentos e notas
    • As mesmas tarefas em quadro e em calendário, para cada pessoa trabalhar como prefere
    • Relatórios que se tiram sem pedir a ninguém
    • Funcionar bem no telemóvel, porque metade do trabalho acontece fora do escritório

    Como se paga e quanto tempo demora?

    O diagnóstico inicial é gratuito. O valor depende do que o diagnóstico encontrar e é apresentado na proposta, com preço fechado por fase e plano de pagamento definido à partida. A primeira fase costuma estar no ar em poucas semanas e já dá para trabalhar.

    Se o seu caso se resolver com uma ferramenta de prateleira bem configurada, o diagnóstico serve também para lhe dizer isso.

    Como trabalha a Clarafy

    Não começamos pelo CRM. Começamos por percorrer o processo comercial fase a fase e perceber onde o trabalho pára. O CRM é desenhado a partir daí, e não de uma lista de funcionalidades. Vendemos a eficiência e as soluções, não os botões e o software.

    Perguntas frequentes

    Posso começar com um CRM de prateleira e mudar depois?

    Pode. Se o processo for simples, um CRM de prateleira bem configurado chega e é mais barato. Compensa mudar quando a equipa passa a manter o CRM e o Excel ao mesmo tempo.

    O CRM liga à faturação e ao WhatsApp?

    Depende dos sistemas. Ligações a faturação, banco ou portais só se garantem depois de validar a API de cada um, e isso faz-se no diagnóstico e na proposta, caso a caso.

    O CRM fica meu?

    Fica. Sem licenças por utilizador e sem subscrição obrigatória para o usar. O acompanhamento mensal é opcional e cobrado à parte.

    Funciona no telemóvel?

    Sim. Os sistemas da Clarafy são desenhados para telemóvel desde o início, porque é aí que a equipa regista o que acontece fora do escritório.

    Uma hora para saber onde está o gargalo.

    Entre 30 e 45 minutos com quem depois faz o trabalho. Sai da conversa com o problema nomeado e com uma direção, decida o que decidir a seguir.

    Gratuito, sem compromisso. Ou faça primeiro o diagnóstico online, em seis perguntas.