Software house, agência ou consultoria: quem deve construir o sistema da minha empresa?
Se já sabe exatamente o que quer construir, uma software house executa-o. Se sabe que algo não funciona mas não tem a certeza do quê, precisa primeiro de um diagnóstico, e é aí que entra uma consultoria operacional como a Clarafy.
Por João Maia e Moura, fundador da Clarafy·Atualizado a
Qual é a diferença?
| Software house ou agência | Consultoria operacional |
|---|---|
| Constrói o que o cliente especifica | Começa por questionar se o pedido resolve o problema |
| O ponto de partida é uma lista de funcionalidades | O ponto de partida é o processo da empresa |
| O valor está no código | O valor está no diagnóstico que vem antes do código |
| Faz sentido quando o problema já está definido | Faz sentido quando o problema ainda não tem nome |
Porque é que tantos projetos de software falham nas PME?
Quase sempre a falha não é do software. É ter-se comprado ou construído uma ferramenta antes de existir processo para ela servir. A equipa não a adota, o Excel volta, e a conclusão errada é que "o software não resulta".
Que perguntas fazer antes de contratar?
Seja uma software house, uma agência ou uma consultoria, estas perguntas separam depressa quem vende horas de quem resolve o problema:
- Quem faz o levantamento é quem depois implementa, ou passa para outra equipa?
- O preço é fechado por fase, ou é por hora sem limite?
- A ferramenta fica da empresa, ou há licenças por utilizador?
- O que acontece quando o processo mudar daqui a um ano?
- Alguma vez disseram a um cliente que não precisava de software?
O que faz a Clarafy de diferente
A Clarafy não constrói o sistema que o cliente traz especificado. Primeiro percorre a operação e encontra o gargalo; o sistema nasce desse diagnóstico. Quem faz o diagnóstico é quem depois o implementa, por isso não há equipa comercial a prometer uma coisa e equipa técnica a entregar outra.
Vendemos a eficiência e as soluções, não os botões e o software.
Perguntas frequentes
A Clarafy é uma software house?
Não. Não vendemos licenças nem desenvolvemos produto próprio. O que fazemos é diagnóstico de gestão e de processo, e a ferramenta é a consequência desse diagnóstico.
E se eu já tiver a especificação pronta?
Então uma software house é provavelmente a escolha mais direta. A Clarafy faz sentido quando quer alguém que questione o problema antes de vender a solução.
Como é que a Clarafy cobra?
Por fase, com preço fechado e plano de pagamento definidos na proposta, depois do diagnóstico. O diagnóstico inicial é gratuito.