Quanto custa um sistema de gestão à medida para uma PME?
Depende do que o diagnóstico encontrar, e por isso a Clarafy só apresenta o valor na proposta, com preço fechado por fase e plano de pagamento definidos à partida. O diagnóstico que determina esse valor é gratuito. O que faz o preço subir ou descer é o número de fases do processo, as ligações a outros sistemas e a quantidade de dados a migrar, não o número de utilizadores.
Por João Maia e Moura, fundador da Clarafy·Atualizado a
- Diagnóstico
- Gratuito, 30 a 45 min
- Preço
- Fechado por fase
- Primeira fase
- No ar em poucas semanas
- Licenças
- Nenhuma por utilizador
O que faz o preço subir ou descer?
- O número de fases do processo que o sistema tem de cobrir: um pipeline comercial simples custa menos do que o pipeline mais a obra mais a faturação
- As ligações a sistemas que já existem (faturação, banco, portais), que só se garantem depois de validar a API
- Os dados a migrar: uma carteira de clientes limpa entra depressa, dez anos de Excel com duplicados não
- A quantidade de pessoas que o vai usar não conta, porque não há licenças por utilizador
Como se paga?
Por fases. Cada fase tem um âmbito escrito, um preço fechado e um plano de pagamento, apresentados na proposta antes de se começar. A primeira fase é sempre uma versão que já dá para trabalhar, no ar em poucas semanas. Pedidos novos que apareçam a meio entram no backlog da fase seguinte, sem discussão de preço durante a execução.
O acompanhamento mensal, para ajustar o sistema à medida que a empresa muda, é opcional e cobra-se à parte.
O que fica incluído e o que não fica?
| Incluído no preço da fase | Fora, até ser validado |
|---|---|
| O diagnóstico que vem antes | Ligações a software de faturação, banco ou portais sem API confirmada |
| O sistema em si, que fica da empresa | Mudanças de âmbito pedidas a meio da fase (entram na fase seguinte) |
| Automações com inteligência artificial sobre os dados do sistema, decididas a partir do que a empresa descreveu | Licenças de terceiros que a empresa já pague |
| A primeira fase a funcionar e a equipa a usá-la | Acompanhamento mensal, que é opcional e à parte |
Compensa, comparado com uma licença mensal?
Um software de prateleira é mais barato à entrada e fica caro de duas formas: as licenças por utilizador que se pagam para sempre, e as horas que a equipa gasta a contornar o que a ferramenta não prevê. Um sistema à medida tem o custo concentrado no início e depois é da empresa.
A conta que vale a pena fazer é outra: quanto custa hoje o gargalo. Horas por semana do dono a responder a perguntas que o sistema devia responder, vezes semanas. É esse número, com os dados da própria empresa, que a proposta da Clarafy põe ao lado do preço.
E se fizermos nós, com inteligência artificial?
Consegue. Hoje qualquer pessoa monta um CRM ou um painel com ferramentas de IA. A questão não é a capacidade, é o custo de oportunidade: quem constrói subestima sempre o tempo, não pára a meio, e enquanto constrói a empresa fica à espera, porque as horas saem exatamente de onde está o gargalo. O difícil não é construir, é saber o que construir. A IA tornou os botões baratos; não tornou o diagnóstico barato.
Perguntas frequentes
A Clarafy publica uma tabela de preços?
Não, porque o preço depende do que o diagnóstico encontrar. O que é fixo é o modelo: diagnóstico gratuito, preço fechado por fase e sem licenças por utilizador.
Há custos escondidos depois da entrega?
Não há licenças por utilizador nem mensalidade obrigatória. O acompanhamento mensal é opcional e o seu valor vai na proposta.
Posso começar só com uma fase?
Sim. Cada fase é uma versão que já dá para trabalhar, e a decisão de avançar para a seguinte toma-se depois de a primeira estar em uso.
O diagnóstico é mesmo gratuito?
Sim. Demora entre 30 e 45 minutos, é feito por quem depois implementa, e a empresa sai com o gargalo nomeado mesmo que não avance.