Que sistema de gestão serve uma pequena indústria têxtil ou de confeção?
Um que trate o pedido de cotação como a primeira fase da produção, e não como um email: entra completo, segue para amostra e encomenda com as mesmas referências, e cada fase tem dono e prazo. Nas pequenas indústrias têxteis o atraso nasce quase sempre antes da máquina, na troca de emails até o pedido ficar completo.
Por João Maia e Moura, fundador da Clarafy·Atualizado a
- Diagnóstico
- Gratuito, 30 a 45 min
- Preço
- Fechado por fase
- Primeira fase
- No ar em poucas semanas
- Licenças
- Nenhuma por utilizador
Onde é que uma pequena indústria têxtil perde tempo?
- Pedidos de cotação por email com especificações incompletas (artigo, composição, gramagem, cor, quantidades), e vários emails até se poder cotar
- O que cada comercial sabe sobre cada cliente não está escrito, por isso ninguém o substitui numa ausência
- Amostras e desenvolvimentos sem registo de versão, com o cliente a aprovar uma e a produção a fazer outra
- Encomendas com várias linhas (referências, cores, tamanhos) geridas em folhas de cálculo que divergem da produção
- Prazos prometidos sem olhar para a carga da fábrica, e descobertos tarde
- Clientes grandes e pequenos a disputar a mesma atenção, sem regra de prioridade
O que o sistema tem de responder
- 01
Pedido de cotação completo à entrada
Um formulário, ou uma ficha preenchida pelo comercial, com tudo o que a cotação exige. O pedido só entra na fila quando está completo, e o sistema diz o que falta.
- 02
Catálogo como fonte de verdade
Artigos, composições, acabamentos e opções com as suas regras, para a cotação sair do catálogo e não da memória de quem cota.
- 03
Da amostra à encomenda com a mesma referência
Cotação, amostra, aprovação e encomenda ligadas no mesmo registo, com versões guardadas. O que o cliente aprovou é o que vai para produção.
- 04
Produção por fases, com carga visível
Cada encomenda nas fases da fábrica, com responsável, prazo e o que está parado e porquê. O prazo prometido ao cliente olha para a carga real.
Porque é que o processo tem de vir antes do sistema?
Porque num têxtil pequeno o conhecimento está nas pessoas: o comercial sabe o que cada cliente aceita, o encarregado sabe o que cada máquina aguenta. Um sistema montado sem antes escrever essas regras só obriga a equipa a trabalhar em dois sítios. Por isso a Clarafy começa por desenhar o fluxograma da empresa com quem lá trabalha, com as cinco perguntas por fase, e só depois põe isso num sistema.
Como a Clarafy trabalha com indústrias têxteis
Têxtil é um dos setores onde a Clarafy já trabalhou. Começa-se pelo diagnóstico, gratuito e com 30 a 45 minutos, em que se segue um pedido da cotação à expedição e se encontra onde ele pára. O sistema nasce daí e implementa-se por fases, com preço fechado em cada uma, e fica da empresa, sem licenças por utilizador. Há uma demonstração aberta deste tipo de sistema, com marca e dados fictícios: Lanora.
Perguntas frequentes
Substitui o programa de produção ou o ERP?
Não necessariamente. O diagnóstico diz o que falta: muitas vezes é a parte comercial e de cotações que não existe em lado nenhum, e é por aí que se começa. Ligações a programas existentes só se garantem depois de validar a API.
Serve para uma fábrica de 30 pessoas?
Sim. A Clarafy trabalha com empresas entre 5 e 50 pessoas, onde a gestão comercial vive em email e folhas de cálculo.
Os clientes conseguem pedir cotação online?
Sim, com um pedido estruturado que entra direto no sistema. Para os clientes que preferem email, o comercial preenche a mesma ficha.