Que sistema de gestão serve uma empresa de eventos?

    Um que ligue a venda à execução: o pedido que entra, a proposta com as suas versões, a adjudicação, e depois a ficha do evento com fornecedores, equipa, alterações e pagamentos, tudo no mesmo registo. Numa empresa de eventos o trabalho pesado começa depois do sim, e é aí que os sistemas de vendas genéricos deixam de servir.

    Por João Maia e Moura, fundador da Clarafy·Atualizado a

    Diagnóstico
    Gratuito, 30 a 45 min
    Preço
    Fechado por fase
    Primeira fase
    No ar em poucas semanas
    Licenças
    Nenhuma por utilizador

    Onde é que uma empresa de eventos perde margem?

    • Pedidos a chegar pelo site, pelas redes, por telefone e por email, e os primeiros a responder são os que fecham
    • Propostas feitas à mão, com três ou quatro versões por cliente e ninguém certo de qual foi a aceite
    • O cliente a perguntar por email o que já foi combinado, porque a última versão está numa thread perdida
    • Alterações até à véspera (número de pessoas, extras, horários) que não chegam a quem monta o evento
    • Fornecedores e equipa marcados de cabeça, com conflitos descobertos tarde
    • Sinal e saldo acompanhados numa folha à parte, com cobranças a escapar

    O que o sistema tem de responder

    1. 01

      Do pedido à proposta

      Pipeline com todos os pedidos, de todas as origens, e o estado de cada um. Proposta montada a partir de um catálogo de serviços e extras, com versões guardadas.

    2. 02

      Uma proposta que o cliente vê sempre atualizada

      Em vez de PDFs por email, o cliente abre a sua proposta, vê a versão em vigor, acrescenta extras e adjudica. O que ele decide fica no evento.

    3. 03

      A ficha do evento

      Fases de organização com responsável e prazo, fornecedores e equipa confirmados, checklist do dia, e as alterações registadas no sítio onde a equipa de execução as vê.

    4. 04

      O dinheiro do evento

      Sinal, saldo e extras ligados ao evento, com a cobrança a aparecer como tarefa de alguém.

    Porque é que um CRM de vendas não chega?

    Um CRM de vendas acompanha o pedido até à adjudicação. Numa empresa de eventos, a margem ganha-se ou perde-se depois disso: na organização, nas alterações de última hora e na coordenação de fornecedores. Se o sistema acaba na proposta aceite, essa parte volta ao WhatsApp e ao papel, e o dono volta a ser quem sabe tudo de cada evento.

    Como a Clarafy trabalha com empresas de eventos

    Eventos é um dos setores onde a Clarafy já trabalhou, com uma plataforma de gestão comercial e operacional em uso com eventos reais. Começa-se pelo diagnóstico, gratuito e com 30 a 45 minutos, em que se segue um evento do pedido à execução e se encontra onde ele pára. O sistema nasce daí e implementa-se por fases, com preço fechado em cada uma, e fica da empresa, sem licenças por utilizador.

    Perguntas frequentes

    O cliente final entra no sistema?

    Sim, num portal só dele, onde vê a proposta em vigor, acrescenta extras, fala com a equipa e adjudica. Não vê a parte operacional nem os outros clientes.

    Serve para muitos pedidos por mês?

    Sim. É precisamente quando o volume de pedidos sobe que responder depressa e não perder nenhum passa a ser o gargalo, e é isso que o pipeline resolve.

    Funciona no telemóvel, no dia do evento?

    Sim, desde o início. A checklist do dia e as alterações têm de estar na mão de quem está no local.

    Liga à faturação?

    Depende do programa. As ligações a faturação só se garantem depois de validar a API, no diagnóstico e na proposta.

    Uma hora para saber onde está o gargalo.

    Entre 30 e 45 minutos com quem depois faz o trabalho. Sai da conversa com o problema nomeado e com uma direção, decida o que decidir a seguir.

    Gratuito, sem compromisso. Ou faça primeiro o diagnóstico online, em seis perguntas.